A aula de ontem foi daquelas assustadoras e instigantes. Assustadora pela quantidade de trabalho e instigante pela modo de avaliação de desempenho daqui.

Até janeiro tenho de preparar um ensaio que será apresentado numa conferência, então esse trabalho será avaliado por um colega de turma que deve escrever um feedback do meu trabalho, bem como eu devo avaliar o trabalho deste colega, ambos o trabalho e avaliação são itens essenciais para definir minha nota, sem diferença de peso. Admito que é uma idéia deveras interessante, porque significa que não apenas eu devo ser capaz de produzir um trabalho, mas de avaliar um trabalho alheio também.

Essa conferência será organizada e produzida pelos alunos com o apoio dos recursos da faculdade, quer dizer que ainda temos de montar o evento. E além de apresentar o trabalho é obrigatório que façamos a apresentação de uma forma inovadora. Significa que eu devo usar uma técnica ou recurso de apresentação que eu nunca tenha usado antes.  O argumento é que se eu não usar um recurso novo não há muito mérito na apresentação, a idéia é justamente me obrigar a aprender uma coisa nova. Inclusive eu tenho até semana que vem para definir o quê vou fazer e se vão precisar me dar algum treinamento ou equipamento específico. Como estou do lado pontiagudo do gancho confesso que é desconfortável, mas também concordo que é uma ótima idéia. Interessante que anos atrás tentei coisa parecida num curso de relações públicas, mesmo descobrindo agora que não era tão original assim fiquei feliz em confirmar que era uma boa idéia.

Só vamos ter outra aula, como no Brasil, em fevereiro. Enquanto isso o estudo vai ser baseado em reuniões com os professores, que eles chamam de tutoriais.  O que além de ser legal faz todo o sentido, afinal cada aluno tem um tema diferente e demanda atendimento específico.

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