Essa eu li no UOL notícias:

Sam Calavitta, ou  “Mister Cal” não parece ter nada de musa inspiradora. Quarentão, de cabelos  em estilo militar, cara de boxeador (e ex-lutador mesmo) e professor de uma matéria que sempre foi a pedra no meu sapado, a matemática. Ainda assim esse senhor é um professor premiado nos estados unidos, tanto por produzir turmas de elite com ótimos resultados como também por seu trabalho com alunos problemáticos: como criminosos, prostitutas e suicidas.

Usando técnicas ousadas comparadas com o ensino tradicional “Mister Cal” parece ter criado combinações  matadoras.  Seja usando jogos, brincadeiras ou frases de motivação pronunciadas de um modo quase militar ele consegue motivar os alunos a aprender e manter sua atenção, mantendo a inovação quase como uma constante em suas aulas. Muitas vezes os alunos simplesmente não sabem o que os esperam. Dentre as técnicas dele, uma que também não posso deixar de citar, simplesmente se dispor a ouvir e ter uma imensa paciência considerando seus alunos como indivíduos e não como um coletivo como geralmente se faz. Não julgar parece ser um ponto essencial. Mas não se iludam o sujeito não tem a menor pinta de ser um cara indulgente, segundo o próprio “Os jovens devem aprender que a vida é dura”.

Aí eu fico pensando no que ainda tenho de melhorar como professor, ainda que seja de me maravilhar com a inteligência alheia, com certeza eu julgo. Tenho dificuldades de manter o aluno interessado e entusiasmo é algo que pode se quebrar fácil. O que me motiva a procurar formas inovadoras de ensinar

Enfim, a história do sujeito dava um filme, é algo como um Patch Adams com algo de wolverine 🙂 . Algo bem adequado os nossos tempos barra-pesada não?

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