Depois de um IELTS e um TOEFL achei que já tinha garantido um nível razoável de ingles, ao menos o suficiente para dar conta da vida aqui nas ilhas. Na prática descobri que estava sutilmente errado, pois a princípio consigo me comunicar, lendo, escrevendo e falando bem como todos os outros estrangeiros inscritos no curso. Porém, a fluência verbal cria alguns problemas imprevistos que só tornam-se visíveis aqui. Percebi que eu e os outros conseguimos entender os professores, mas em falas mais longas começamos a perder certos detalhes. O fio da meada se torna mais escorregadio a medida que o tempo passa e logo se perde o foco ou uma metáfora ou nuance que muda o significado do discurso é perdida.

Minha impressão é que devido ao esforço para interpretarmos a segunda língua sofremos um pequeno atraso que vai minando nossa capacidade de interpretação. É como se o nosso buffer de memória fosse um pouco menor. Essa degradação na nossa performance torna-se mais aparente nos textos longos, tanto pelo cansaço como pelo aumento do atraso durante as frases mais longas. Demora-se para entender o início da frase, aí perde-se o fio da meada no meio e o final simplesmente já não lhe faz mais sentido.

Portanto, sugestão para quem pretende vir para cá, não importando o seu nível de inglês faça muitos exercícios de conversação antes, nem que seja bater papo com estrangeiros, pois com pessoas com a mesma fluência creio que isso vai render muito pouco.

Estou fazendo por aqui algo que nunca imaginei que faria. Para conseguir que as pessoas entendam meu nome tenho pronunciado ele com sotaque inglês. Soa engraçado e até um tanto ridículo mas descobri que é uma solução eficiente para que as pessoas consigam lembrar do meu nome e pronúncia-lo de uma forma que eu seja capaz de entender que estão falando comigo.

Lembro do meu primeiro dia de aula quando eu e uma taiwanesa fomos apresentados. Ao falar “Renato” ela me olhou como se ouvisse um termo absolutamente alienígena e impronúnciavel. O que, considerada a lógica de pronúcia dela, não deixa de ser verdade. Ela olhou, repetiu insegura “Anatu?” e escreveu num inglês completamente errado, me mostrando para confirmar se era isso mesmo, e vi que era melhor jogar para meu nome para um campo mais comum entre nós, o inglês. Ao pronunciar meu nome com a elegância de um turista gringo no Rio de Janeiro os olhos da menina se iluminaram ela repetiu a versão com sotaque direitinho e conseguiu gravar o meu nome.

A minha surpresa foi quando ela se apresentou como “Lily” e pela minha cara de surpreso com um nome tão americano me explicou que esse era o seu nome ocidental. É comum chineses e taiwaneses adotarem nomes ocidentais para serem entendidos quando estão desse lado do mundo. Ela disse que dá muito trabalho explicar a pronúncia correta e quase ninguém acerta, então eles escolhem nomes mais lembráveis por nós. O resultado é que colegas de sala que atendem por “Annie”, “Lilie”, “Cloris” ou “Beatrice” só tem esse nome fora de casa ou da rodinha de conterrâneos. É interessante como a cultura que normalmente nos apóia torna-nos estranhos aos olhos do outro, recíproca verdadeira.

Nada tão surpreendente numa geração que consagra apelidos de internet em vez de nomes verdadeiros. De fato, qual será o nome mais verdadeiro, o dado pelos pais ou o escolhido pelo indivíduo?

Currently there is a transition of paradigms in education, from the teacher or content-oriented to the student or learning-oriented model. Among other effects there is an increasing requirement for new approaches and solutions like options with more interaction than the traditional and passive learning ways from before. Considering this scenario games and simulations can be seen a good option to work as educational media.

However there is a trend to see terms lime “game”, “simulation” and “play” as an umbrella with confusing concepts, sometimes seen as synonyms and essentially regarding them as entertainment. Without disregard the huge market of games as entertainment, there are other possibilities. Jones (1988) considers as common sense to connect games more with amusement or entertainment than serious work. As he says:” students study biology do not play biology. A professor engages in research he doesn’t play research.” (Jones, 1988:105). Ten years later Bogost (2008) still agrees and states that current videogames are considered trivial or perceived as a children’s medium, unattended and requiring more analytical effort in order to be properly perceived in its cultural, social or educational functions.

So in order to overcome prejudices it is necessary firstly define concepts, like game, simulation and interaction applied to learning supported by a literature review considering the context of education. After that it is possible to highlight some affordances of games and simulations with training and work-based education, even commenting planning and research uses made by large organizations like industry, governments or military. In order to support Bogost(2008) and Jones (1998) present some considerations and examples of a rethoric role to games and simulations. Finally some possibilities applicable to environmental education purposes will be proposed.
Reference:
Jones, Ken. Interactive Learning Events. United States. 1988
Bogost, Ian. Procedural rethoric. United States, 2008.

sala de hogwarts

Reparem na quantida de quinquilharia em cima das mesas

Desde a primeira vez que cheguei em Southampton uma coisa que me chamou a atenção foi como as salas são pequenas e cheias. Não de pessoas, mas de objetos, há prateleiras com livros, mapas, avisos, textos e definições espalhados pelas paredes e as mesas variam de duas a quatro pessoas. Confesso que achava que as salas de aula só eram assim e Hogwarts. Mais que isso me lembrava uma sala de jardim de infância!

Suponho que no jardim de infância a proposta é tornar o ambiente menos intimidador para a criança que está saindo do espaço familiar e se aventurando no espaço educacional, além de usar o ambiente como um elemento estimulando para a cognição do aluno incentivando-o a interagir e experimentar.

A divisão da sala é feita em grandes mesas, seja em duplas ou quartetos, também é interessante, pois facilita o trabalho em grupo entre os alunos. Na verdade percebi que os professores sempre que possível estimulam a participação e quando necessário encaixam o  intervalo quando seu próprio ritmo ou o da turma começam a cair.

vai dizer que não é mais simpático? autoria: clique na imagem

Enfim, um estilo bem diferente das impessoais e assépticas (ou nem tanto) salas brasileiras, muitas são imensas, onde os alunos ficam anônimos e isolados em suas cadeiras individuais, assistindo passivamente ao professor em sua arquibanca, faltando até torcida para interagir com o professor.

O que me leva a pensar, que as melhores salas e aula do brasil ficaram distantes no jardim de infância, enquanto os britânicos levaram esse modelo até o mestrado. E olha que aqui nem temos tantas aulas, no sentido tradicional, assim.

3

Versão inglesa: computadores, uns 3 quadros e livros no canto, mesmo vazia parece cheia.

A aula de ontem foi daquelas assustadoras e instigantes. Assustadora pela quantidade de trabalho e instigante pela modo de avaliação de desempenho daqui.

Até janeiro tenho de preparar um ensaio que será apresentado numa conferência, então esse trabalho será avaliado por um colega de turma que deve escrever um feedback do meu trabalho, bem como eu devo avaliar o trabalho deste colega, ambos o trabalho e avaliação são itens essenciais para definir minha nota, sem diferença de peso. Admito que é uma idéia deveras interessante, porque significa que não apenas eu devo ser capaz de produzir um trabalho, mas de avaliar um trabalho alheio também.

Essa conferência será organizada e produzida pelos alunos com o apoio dos recursos da faculdade, quer dizer que ainda temos de montar o evento. E além de apresentar o trabalho é obrigatório que façamos a apresentação de uma forma inovadora. Significa que eu devo usar uma técnica ou recurso de apresentação que eu nunca tenha usado antes.  O argumento é que se eu não usar um recurso novo não há muito mérito na apresentação, a idéia é justamente me obrigar a aprender uma coisa nova. Inclusive eu tenho até semana que vem para definir o quê vou fazer e se vão precisar me dar algum treinamento ou equipamento específico. Como estou do lado pontiagudo do gancho confesso que é desconfortável, mas também concordo que é uma ótima idéia. Interessante que anos atrás tentei coisa parecida num curso de relações públicas, mesmo descobrindo agora que não era tão original assim fiquei feliz em confirmar que era uma boa idéia.

Só vamos ter outra aula, como no Brasil, em fevereiro. Enquanto isso o estudo vai ser baseado em reuniões com os professores, que eles chamam de tutoriais.  O que além de ser legal faz todo o sentido, afinal cada aluno tem um tema diferente e demanda atendimento específico.

Similar to brazilian view stated in Law no. 9.795. It is acknowledged by UK government that environmental education is necessary to ensure the effective implementation of environmental policy through an aware and informed population. Because skills such as problem solving, study and communication skills are fundamental to environmental education and central to all subjects of the National curriculum. Therefore, is ideally suited to be taught as a cross-curricular theme. The Education Reform Act (1998) ensures certain ecological and environmental principles should be incorporated in science and geography, without exclude other subjects. The students need to understand the concept of environment and their personal relations to the environment. Every judgment made has an environmental component. So, It is essential to teach people about their responsibility for their environmental actions. Social action is linked tightly to environmental action.

In contrast Robottom (apud Hale: 1) states that formal education sector has achieved only partially success in deliver to students coherent learning experiences. Environmental problems became interpreted as mainly technical problems susceptible to technical solutions typical from that science dominated by the natural science or “technocratic” approach (Schelicher in Hale:2). It seemed to be assumed that the acquisition of an ecological perspective would forestall environmental damaging actions. This trend is that to the solutions came to seen from a scientific perspective. One of the outcomes is Ecology perceived as if the environment would be an inflexible entity awaiting discovery and manipulation by the right people with the right tools. This approach prevents the development of a socially and transdisciplinary constructed framework of environmental education.

A practical example of this approach and its outcomes can be observed in Cerrado, a type of Savanna typical in Brazil. It is an ancient biome with rich biodiversity and extension equivalent to Western Europe. Nevertheless it is under pressure from agriculture and charcoal production. However if there are hundreds of defenders to Amazonian, the cerrado is almost an “unknown” in Brazil and outside. Its conservation is an issue restricted to closed circles outside common people concerns. According Bizerril (2003), even official geography books offer a mistaken view of Cerrado, as a dry and poor vegetation. So, if environmental education aims to raise awareness, it is proper propose ways to view the Cerrado in an its perspective.

Therefore my objective would be discuss options like games applied to educational purposes. Based on literature review like procedural rhetoric by bogost or learning by doing by Prensky. I plan to use unusual approachs in order to raise awareness about cerrado conservation.

References:
HALE, Monica. Ecology in Education. University Press, Cambridge 1993.
BIZERRIL, M. X. A. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 32, n. 192, p. 56-60, 2003.

Ainda estou ainda estou um tanto solitário por aqui, como perdi as festas de início de curso não tive o momento todos-querem-conhecer-todos. O pessoal do alojamento é bem simpático e já tive algumas boas conversas na cozinha, mas só. No caso do Haloween quase fiquei em casa pq não arranjei com quem ir. Mas como é uma festa que eu nunca vi e sabe lá se um dia veria de novo eu resolvi arriscar.

Peguei o ônibus e acompanhei o fluxo de gente fantasiada e onde desceu um grupo bem grande eu desci. Passei por um pub cheio de velhinhos e outros dois cheios demais de qualquer coisa. Terminei por escolher um pequeno chamado “The Hobbit” na entrada havia um aviso de que fantasia ou maquiagem eram obrigatórios. Tirei uma bisnaga de pasta d´agua, passei na mão e meti na cara. O segurança me vendo fazer isso ainda perguntou: “what´s your costume?” e eu respondi sorridente “It is an urban version of Uruk-hai, from the Lord of the rings movie.”. Ele sorriu, cobrou o ingresso e me deixou passar, mas na legenda eu podia jurar ter lido a palavra “smartass”.

Era um lugar engraçado, por fora parecia pequeno e apertado, mas ao descer umas escadas na lateral descobri que era enorme, devia ter umas 300 pessoas espalhadas em diversos ambientes: bares, mesas de sinuca, quiosques de lanchonete e um palco de shows. Uma pequena cidade alegre e fantasiada com muitas cerveja e gente bebendo as cervejas. Apesar da pintura na cara, eu devia estar parecendo tão inglês quanto Principe Charles pareceu brasileiro quando sambou na Sapucaí, então fui ao bar para relaxar e quem sabe ficar mais natural. Além das cervejas havia várias bebidinhas divertidas, como o Zombie Blender, uma mistura de Carolan´s com sei lá o quê. O resultado foi um licor, forte e eficiente, após o qual me dignei a assistir o show. A banda, formada por três zumbis, um padre caolho e um vocalista elfo. O que me lembrou que eu estava no país que o Punk chamaria de berço, a mistura de estilos era divertidíssima. Lá estava eu assistindo uma legítima banda de garagem inglesa tocando música celta misturada punk rock, um paradoxo e perfeita representação da música típica daqui. Pela primeira vez na última semana e apesar dos milhares de quilômetros eu estava novamente em casa. Da guitarra ao violino, era som de garagem, forte,alegre e muito mal educado O nome era “smoking bastards” e após tantos anos voltei a participar de uma dança do encontrão num show punk. Se eu encarava quando tinha sessenta quilos porque não o faria com noventa? Subi, tomei uma Foster´s e voltei já pensando que no final ainda arrebataria com uma guiness. Uma gorda comenta que eu estou com a pior fantasia que ela já viu. Eu sorrio e ignoro, afinal ainda devo manter toda a malemolência do príncipe-herdeiro.

Volto para casa feliz e cansado, por volta de duas da manhã e após uma longa caminhada (ônibus só por sorteio) cheguei ao alojamento quase explodindo, pois não encontrava um canto sem câmeras para desaguar o excesso de cerveja. Enfim, considerando a amostragem posso dizer com justiça que foi a melhor, e única, festa de halloween que já tive.

Como estou sendo obrigado a pensar deveras em inglês segue o meu primeiro post em língua bretã. Mas assim que tiver tempo vou traduzí-lo.

I was studing the context of education and innovation this morning and thought of my last course on Distance Education that I took last year. It is funny because I thought about many texts, essays and articles talking about how the evolution of information and communication technologies shaped the current view of distance education. From a distance education based on printed material or one-way technologies, standardized and mass-production oriented to the current web enhanced learning. This last option is much more flexible, modular, individual-oriented.

However few texts talk about the social demands which shaped these changes in education. Things like reflexivity, our ability to think about us and our actions and concepts. Plus the effect of knowledge about such actions and concepts. The risk society and our anxiety about changes, opportunities and risks. Soros (George Soros, the businessman) commented about how the individualization of high modernity obliges individuals to choose from different lifestyles, subcultures and identities. Biographies are becoming reflexive nowadays. Therefore, the traditional school based on standardized curriculum “mass production of students” become obsolete to face the new demands. People require solutions that are more flexible in content, avaiabilty and assessment, thus individual-oriented solutions. Individualized and reflexive people require a student-centered education more than old teacher or content-based education.

If the technology revolution has offered the tools, our society and modernity have demanded the educational changes.

tradução

Eu estava estudando o contexto da educação e da inovação, esta manhã, e lembrei do meu último curso, em Educação a Distância ano passado. É engraçado, porque eu me lembro muito de textos, ensaios e artigos falando sobre como a evolução das tecnologias de informação e comunicação moldaram a visão atual da educação a distância. De um ensino à distância baseado em material impresso ou tecnologias padronizadas e orientada para produçãos em massa para a o ensino via web atual. Esta última opção é muito mais flexível, modular, orientada para o indivíduo.

No entanto poucos textos falam sobre as demandas sociais que formaram estas mudanças na educação. Coisas como reflexividade, nossa habilidade de pensar sobre nós, nossas ações e conceitos e o efeito do conhecimento sobre essas mesmas ações e conceitos. Sobre a sociedade de risco e nossa própria ansiedade sobre essas mudanças, oportunidades e riscos. Soros (George Soros, o empresário), comentou como a individualização da  modernidade nos obriga a escolher entre diferentes estilos de vida, subculturas e identidades, Biografias também estão se tornando reflexivas. Portanto, a escola tradicional, baseada no currículo padronizado de produção em massa  ficou obsoleta para enfrentar as novas demandas. Pessoas requerem soluções mais flexíveis no conteúdo, disponibilidade e avaliação. Enfim, soluções  orientadas para o indivíduo. Pessoas individualizadas e reflexivas exigem um ensino centrado no aluno em vez da opção anterior  de educação baseada centrada no professor ou no conteúdo.

Se a revolução das tecnologias ofereceu as ferramentas, a nossa sociedade e a modernidade exigiram as mudanças educacionais.

Long, long time ago comentei como era difícil trabalhar as atitudes do aluno, como parecer se um nível bem profundo de aprendizado, um ponto sobre o qual achava difícil encontrar formas de alcançar. Pois bem, ontem estava lendo um texto sobre aprendizes e descobri que, ao contrário que pensava, não existe apenas o aspecto mental/interno/pessoal do aprendizado mas há algo de social no processo também. O aprendizado não é apenas uma mudança ‘mental’ de quem aprende, mas um processo que está localizado na prática conjunto.

O aprendizado também decorre dessa interação  entre aluno/professor/turma/ambiente. então há um aspecto social do aprendizado que, acho eu, influencia principalmente o aprendizado de atitudes. Ao participar de um grupo, aceitar e ser aceito por um grupo social o indivíduo está exposto aos valores do grupo, ao mesmo tempo que expõe seus valores a esse grupo. Em suma, é uma experiência compartilhada. Nesse contexto o termo “marginal” vai se referir aqueles que não conseguem aprender no sentido de ter essa experiência compartilhada. Não serão capazes de entender o grupo (e no termo grupo podemos incluir até sociedade) e nem serão bem entendidos por esta.

Em termos práticos isso me remete ao trabalho de Vygotsky acerca do aspecto social da aprendizagem e significa que nas técnicas cooperativas, grupais  ou que pelo menos considerem esse aspecto da experiência compartilhada são necessárias por um professor que deseje alcançar a esfera afetiva dos seus aprendizes.

E não, não vou passar a escrever apenas em inglês, mas admito que essa é uma opção interessante já que tenho de praticar tanto quanto possível.

Apesar do senso comum, de vez em quando os governos até acertam. Um exemplo é o Portal do Professor. Bancado pelo MEC o portal é basicamente um grande repositório de arquivos, que variam entre: ilustrações, vídeos, textos e até planos de aula completos e jogos educativos. E o mais interessante é ser um portal colaborativo, professores podem se inscrever e colocar sua produção no portal também, o que é uma forma de divulgar, dar visibilidade ao trabalho dos professores e oferecer um espaço para troca de saberes entre aqueles cujo o trabalho é desenvolver os saberes alheios. Afinal para ensinar aprendizagem colaborativa é preciso saber aprender de forma colaborativa não?

Por um lado o portal facilita o trabalho, por outro alguns criticam essa característica vendo nela uma falta de incentivo para que os professores desenvolvam seus próprios materiais, afirmativa que considero pertinente em parte, até porque há espaço para que os professores interajam com o portal contribuindo com seu próprio material. Comparando, na área de desenvolvimento de sistemas por exemplo, o uso de bibliotecas de código é comum, qualquer programador costuma a vasculhar a web atrás de componentes prontos que possam ser utilizados em seus sistemas, e é um dos motivos que explica a difusão e constante melhoria dos sistemas web. A biblioteca de componentes não reduz o trabalho do desenvolvedor mas o torna mais eficiente.

Enfim, mais um desses casos mal divulgados que devem ser expandidos e espero continuem nos próximos governos.

Próxima Página »