sala de hogwarts

Reparem na quantida de quinquilharia em cima das mesas

Desde a primeira vez que cheguei em Southampton uma coisa que me chamou a atenção foi como as salas são pequenas e cheias. Não de pessoas, mas de objetos, há prateleiras com livros, mapas, avisos, textos e definições espalhados pelas paredes e as mesas variam de duas a quatro pessoas. Confesso que achava que as salas de aula só eram assim e Hogwarts. Mais que isso me lembrava uma sala de jardim de infância!

Suponho que no jardim de infância a proposta é tornar o ambiente menos intimidador para a criança que está saindo do espaço familiar e se aventurando no espaço educacional, além de usar o ambiente como um elemento estimulando para a cognição do aluno incentivando-o a interagir e experimentar.

A divisão da sala é feita em grandes mesas, seja em duplas ou quartetos, também é interessante, pois facilita o trabalho em grupo entre os alunos. Na verdade percebi que os professores sempre que possível estimulam a participação e quando necessário encaixam o  intervalo quando seu próprio ritmo ou o da turma começam a cair.

vai dizer que não é mais simpático? autoria: clique na imagem

Enfim, um estilo bem diferente das impessoais e assépticas (ou nem tanto) salas brasileiras, muitas são imensas, onde os alunos ficam anônimos e isolados em suas cadeiras individuais, assistindo passivamente ao professor em sua arquibanca, faltando até torcida para interagir com o professor.

O que me leva a pensar, que as melhores salas e aula do brasil ficaram distantes no jardim de infância, enquanto os britânicos levaram esse modelo até o mestrado. E olha que aqui nem temos tantas aulas, no sentido tradicional, assim.

3

Versão inglesa: computadores, uns 3 quadros e livros no canto, mesmo vazia parece cheia.

A aula de ontem foi daquelas assustadoras e instigantes. Assustadora pela quantidade de trabalho e instigante pela modo de avaliação de desempenho daqui.

Até janeiro tenho de preparar um ensaio que será apresentado numa conferência, então esse trabalho será avaliado por um colega de turma que deve escrever um feedback do meu trabalho, bem como eu devo avaliar o trabalho deste colega, ambos o trabalho e avaliação são itens essenciais para definir minha nota, sem diferença de peso. Admito que é uma idéia deveras interessante, porque significa que não apenas eu devo ser capaz de produzir um trabalho, mas de avaliar um trabalho alheio também.

Essa conferência será organizada e produzida pelos alunos com o apoio dos recursos da faculdade, quer dizer que ainda temos de montar o evento. E além de apresentar o trabalho é obrigatório que façamos a apresentação de uma forma inovadora. Significa que eu devo usar uma técnica ou recurso de apresentação que eu nunca tenha usado antes.  O argumento é que se eu não usar um recurso novo não há muito mérito na apresentação, a idéia é justamente me obrigar a aprender uma coisa nova. Inclusive eu tenho até semana que vem para definir o quê vou fazer e se vão precisar me dar algum treinamento ou equipamento específico. Como estou do lado pontiagudo do gancho confesso que é desconfortável, mas também concordo que é uma ótima idéia. Interessante que anos atrás tentei coisa parecida num curso de relações públicas, mesmo descobrindo agora que não era tão original assim fiquei feliz em confirmar que era uma boa idéia.

Só vamos ter outra aula, como no Brasil, em fevereiro. Enquanto isso o estudo vai ser baseado em reuniões com os professores, que eles chamam de tutoriais.  O que além de ser legal faz todo o sentido, afinal cada aluno tem um tema diferente e demanda atendimento específico.

Similar to brazilian view stated in Law no. 9.795. It is acknowledged by UK government that environmental education is necessary to ensure the effective implementation of environmental policy through an aware and informed population. Because skills such as problem solving, study and communication skills are fundamental to environmental education and central to all subjects of the National curriculum. Therefore, is ideally suited to be taught as a cross-curricular theme. The Education Reform Act (1998) ensures certain ecological and environmental principles should be incorporated in science and geography, without exclude other subjects. The students need to understand the concept of environment and their personal relations to the environment. Every judgment made has an environmental component. So, It is essential to teach people about their responsibility for their environmental actions. Social action is linked tightly to environmental action.

In contrast Robottom (apud Hale: 1) states that formal education sector has achieved only partially success in deliver to students coherent learning experiences. Environmental problems became interpreted as mainly technical problems susceptible to technical solutions typical from that science dominated by the natural science or “technocratic” approach (Schelicher in Hale:2). It seemed to be assumed that the acquisition of an ecological perspective would forestall environmental damaging actions. This trend is that to the solutions came to seen from a scientific perspective. One of the outcomes is Ecology perceived as if the environment would be an inflexible entity awaiting discovery and manipulation by the right people with the right tools. This approach prevents the development of a socially and transdisciplinary constructed framework of environmental education.

A practical example of this approach and its outcomes can be observed in Cerrado, a type of Savanna typical in Brazil. It is an ancient biome with rich biodiversity and extension equivalent to Western Europe. Nevertheless it is under pressure from agriculture and charcoal production. However if there are hundreds of defenders to Amazonian, the cerrado is almost an “unknown” in Brazil and outside. Its conservation is an issue restricted to closed circles outside common people concerns. According Bizerril (2003), even official geography books offer a mistaken view of Cerrado, as a dry and poor vegetation. So, if environmental education aims to raise awareness, it is proper propose ways to view the Cerrado in an its perspective.

Therefore my objective would be discuss options like games applied to educational purposes. Based on literature review like procedural rhetoric by bogost or learning by doing by Prensky. I plan to use unusual approachs in order to raise awareness about cerrado conservation.

References:
HALE, Monica. Ecology in Education. University Press, Cambridge 1993.
BIZERRIL, M. X. A. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 32, n. 192, p. 56-60, 2003.

Ainda estou ainda estou um tanto solitário por aqui, como perdi as festas de início de curso não tive o momento todos-querem-conhecer-todos. O pessoal do alojamento é bem simpático e já tive algumas boas conversas na cozinha, mas só. No caso do Haloween quase fiquei em casa pq não arranjei com quem ir. Mas como é uma festa que eu nunca vi e sabe lá se um dia veria de novo eu resolvi arriscar.

Peguei o ônibus e acompanhei o fluxo de gente fantasiada e onde desceu um grupo bem grande eu desci. Passei por um pub cheio de velhinhos e outros dois cheios demais de qualquer coisa. Terminei por escolher um pequeno chamado “The Hobbit” na entrada havia um aviso de que fantasia ou maquiagem eram obrigatórios. Tirei uma bisnaga de pasta d´agua, passei na mão e meti na cara. O segurança me vendo fazer isso ainda perguntou: “what´s your costume?” e eu respondi sorridente “It is an urban version of Uruk-hai, from the Lord of the rings movie.”. Ele sorriu, cobrou o ingresso e me deixou passar, mas na legenda eu podia jurar ter lido a palavra “smartass”.

Era um lugar engraçado, por fora parecia pequeno e apertado, mas ao descer umas escadas na lateral descobri que era enorme, devia ter umas 300 pessoas espalhadas em diversos ambientes: bares, mesas de sinuca, quiosques de lanchonete e um palco de shows. Uma pequena cidade alegre e fantasiada com muitas cerveja e gente bebendo as cervejas. Apesar da pintura na cara, eu devia estar parecendo tão inglês quanto Principe Charles pareceu brasileiro quando sambou na Sapucaí, então fui ao bar para relaxar e quem sabe ficar mais natural. Além das cervejas havia várias bebidinhas divertidas, como o Zombie Blender, uma mistura de Carolan´s com sei lá o quê. O resultado foi um licor, forte e eficiente, após o qual me dignei a assistir o show. A banda, formada por três zumbis, um padre caolho e um vocalista elfo. O que me lembrou que eu estava no país que o Punk chamaria de berço, a mistura de estilos era divertidíssima. Lá estava eu assistindo uma legítima banda de garagem inglesa tocando música celta misturada punk rock, um paradoxo e perfeita representação da música típica daqui. Pela primeira vez na última semana e apesar dos milhares de quilômetros eu estava novamente em casa. Da guitarra ao violino, era som de garagem, forte,alegre e muito mal educado O nome era “smoking bastards” e após tantos anos voltei a participar de uma dança do encontrão num show punk. Se eu encarava quando tinha sessenta quilos porque não o faria com noventa? Subi, tomei uma Foster´s e voltei já pensando que no final ainda arrebataria com uma guiness. Uma gorda comenta que eu estou com a pior fantasia que ela já viu. Eu sorrio e ignoro, afinal ainda devo manter toda a malemolência do príncipe-herdeiro.

Volto para casa feliz e cansado, por volta de duas da manhã e após uma longa caminhada (ônibus só por sorteio) cheguei ao alojamento quase explodindo, pois não encontrava um canto sem câmeras para desaguar o excesso de cerveja. Enfim, considerando a amostragem posso dizer com justiça que foi a melhor, e única, festa de halloween que já tive.

Como estou sendo obrigado a pensar deveras em inglês segue o meu primeiro post em língua bretã. Mas assim que tiver tempo vou traduzí-lo.

I was studing the context of education and innovation this morning and thought of my last course on Distance Education that I took last year. It is funny because I thought about many texts, essays and articles talking about how the evolution of information and communication technologies shaped the current view of distance education. From a distance education based on printed material or one-way technologies, standardized and mass-production oriented to the current web enhanced learning. This last option is much more flexible, modular, individual-oriented.

However few texts talk about the social demands which shaped these changes in education. Things like reflexivity, our ability to think about us and our actions and concepts. Plus the effect of knowledge about such actions and concepts. The risk society and our anxiety about changes, opportunities and risks. Soros (George Soros, the businessman) commented about how the individualization of high modernity obliges individuals to choose from different lifestyles, subcultures and identities. Biographies are becoming reflexive nowadays. Therefore, the traditional school based on standardized curriculum “mass production of students” become obsolete to face the new demands. People require solutions that are more flexible in content, avaiabilty and assessment, thus individual-oriented solutions. Individualized and reflexive people require a student-centered education more than old teacher or content-based education.

If the technology revolution has offered the tools, our society and modernity have demanded the educational changes.

tradução

Eu estava estudando o contexto da educação e da inovação, esta manhã, e lembrei do meu último curso, em Educação a Distância ano passado. É engraçado, porque eu me lembro muito de textos, ensaios e artigos falando sobre como a evolução das tecnologias de informação e comunicação moldaram a visão atual da educação a distância. De um ensino à distância baseado em material impresso ou tecnologias padronizadas e orientada para produçãos em massa para a o ensino via web atual. Esta última opção é muito mais flexível, modular, orientada para o indivíduo.

No entanto poucos textos falam sobre as demandas sociais que formaram estas mudanças na educação. Coisas como reflexividade, nossa habilidade de pensar sobre nós, nossas ações e conceitos e o efeito do conhecimento sobre essas mesmas ações e conceitos. Sobre a sociedade de risco e nossa própria ansiedade sobre essas mudanças, oportunidades e riscos. Soros (George Soros, o empresário), comentou como a individualização da  modernidade nos obriga a escolher entre diferentes estilos de vida, subculturas e identidades, Biografias também estão se tornando reflexivas. Portanto, a escola tradicional, baseada no currículo padronizado de produção em massa  ficou obsoleta para enfrentar as novas demandas. Pessoas requerem soluções mais flexíveis no conteúdo, disponibilidade e avaliação. Enfim, soluções  orientadas para o indivíduo. Pessoas individualizadas e reflexivas exigem um ensino centrado no aluno em vez da opção anterior  de educação baseada centrada no professor ou no conteúdo.

Se a revolução das tecnologias ofereceu as ferramentas, a nossa sociedade e a modernidade exigiram as mudanças educacionais.

Long, long time ago comentei como era difícil trabalhar as atitudes do aluno, como parecer se um nível bem profundo de aprendizado, um ponto sobre o qual achava difícil encontrar formas de alcançar. Pois bem, ontem estava lendo um texto sobre aprendizes e descobri que, ao contrário que pensava, não existe apenas o aspecto mental/interno/pessoal do aprendizado mas há algo de social no processo também. O aprendizado não é apenas uma mudança ‘mental’ de quem aprende, mas um processo que está localizado na prática conjunto.

O aprendizado também decorre dessa interação  entre aluno/professor/turma/ambiente. então há um aspecto social do aprendizado que, acho eu, influencia principalmente o aprendizado de atitudes. Ao participar de um grupo, aceitar e ser aceito por um grupo social o indivíduo está exposto aos valores do grupo, ao mesmo tempo que expõe seus valores a esse grupo. Em suma, é uma experiência compartilhada. Nesse contexto o termo “marginal” vai se referir aqueles que não conseguem aprender no sentido de ter essa experiência compartilhada. Não serão capazes de entender o grupo (e no termo grupo podemos incluir até sociedade) e nem serão bem entendidos por esta.

Em termos práticos isso me remete ao trabalho de Vygotsky acerca do aspecto social da aprendizagem e significa que nas técnicas cooperativas, grupais  ou que pelo menos considerem esse aspecto da experiência compartilhada são necessárias por um professor que deseje alcançar a esfera afetiva dos seus aprendizes.

E não, não vou passar a escrever apenas em inglês, mas admito que essa é uma opção interessante já que tenho de praticar tanto quanto possível.

Apesar do senso comum, de vez em quando os governos até acertam. Um exemplo é o Portal do Professor. Bancado pelo MEC o portal é basicamente um grande repositório de arquivos, que variam entre: ilustrações, vídeos, textos e até planos de aula completos e jogos educativos. E o mais interessante é ser um portal colaborativo, professores podem se inscrever e colocar sua produção no portal também, o que é uma forma de divulgar, dar visibilidade ao trabalho dos professores e oferecer um espaço para troca de saberes entre aqueles cujo o trabalho é desenvolver os saberes alheios. Afinal para ensinar aprendizagem colaborativa é preciso saber aprender de forma colaborativa não?

Por um lado o portal facilita o trabalho, por outro alguns criticam essa característica vendo nela uma falta de incentivo para que os professores desenvolvam seus próprios materiais, afirmativa que considero pertinente em parte, até porque há espaço para que os professores interajam com o portal contribuindo com seu próprio material. Comparando, na área de desenvolvimento de sistemas por exemplo, o uso de bibliotecas de código é comum, qualquer programador costuma a vasculhar a web atrás de componentes prontos que possam ser utilizados em seus sistemas, e é um dos motivos que explica a difusão e constante melhoria dos sistemas web. A biblioteca de componentes não reduz o trabalho do desenvolvedor mas o torna mais eficiente.

Enfim, mais um desses casos mal divulgados que devem ser expandidos e espero continuem nos próximos governos.

jogoDentre as propostas de jogos brasileiro, uma que eu vi bem pertinente foi a do jogo da Reforma Ortográfica. A proposta é oferecer uma opção interativa e divertida de aprender mais sobre as novas regras da língua portuguesa. O jogo usa a tecnologia flash e ficou leve para baixar e a dinâmica de jogo bem ágil, sem os tediosos tempos de carregamento. Enquanto a mecânica é parecida com a do MASTER da Grow, em que as respostas certas permitem o jogador avançar em um tabuleiro.

Por outro lado em termos educacionais, para variar, eu senti falta do reforço ao comportamento correto, quando o jogador acerta a resposta não há uma explicação do por quê da resposta estar certa. O jogador acaba de receber uma recompensa por acertar, isso o motiva e seria o momento perfeito para mostrar a regra gramatical que justifica o acerto. Isso sim seria reforçar o aprendizado. No caso do erro, pior ainda porque não se diz qual erro e nesse caso a pergunta é simplesmente repetida. Acaba sendo um incentivo ao chute. O legal seria o aluno ter um feedback de onde foi seu erro e responder uma pergunta similar e, aí sim, avançar. Existe uma proposta de interação no jogo e ela de fato ocorre, mas pessoalmente achei que o jogo poderia se aprofundar mais, puxar mais  do jogador e oferecer mais também em termos de interatividade.

Essa limitação auto-imposta em termos de profundidade me lembrou o comentário de Ian Bogost sobre o polêmico jogo Bully, que o jogo era uma ótima oportunidade para refletir e discutirsobre  a realidade social dentro das escolas americanas e o fenômeno do bullying, mas tanto os projetistas, quando defensores detratores do jogo passaram batido por esse aspecto.

Ainda que como designer eu compartilhe da idéia de que é melhor um projeto pequeno que funcione do que um projeto grande e pretensioso que nunca termina, acho que trabalhos bem feitos podem ousar mais e se propor a ir um pouco além em termos educacionais. Mas, quem sabe, estou apenas falando o óbvio e o competente pessoal da FMU já  está andando com uma versão 2.0 contendo as melhorias que sugeri e outras coisas mais.

E claro, o jogo está disponível aqui.

Afinal projeto é assim, uma hélice que sempre sobe e gira, mas sempre melhora.  De qualquer modo é um exemplo promissor do que uma faculdade e uma empresa de comunicação podem produzir juntas.

operacao-valquiria_poster_01

Considerando meu fraco por história militar era simplesmente inevitável assistir esse filme. Informações úteis para quem fugiu da escola: Organizada por políticos e oficiais dissidentes alemães a Operação Valquíria foi a última tentativa conhecida de assassinar Adolf Hitler, foram apenas 14 antes dessa (comprovando a teoria de que vaso ruim não quebra fácil). Além do atentado em si a idéia era desalojar os nazistas da estrutura de poder alemã através de um golpe ousado que deveria ser aplicado no decorrer de horas, para então negociar a paz com os aliados, provavelmente mudando em muito as geopolítica do mundo que conhecemos hoje. Se você não fugiu da escola deve saber que a operação não deu certo e a guerra durou mais um ano depois disso, com muito mais morte e destruição.

Uma das coisas que achei interessante no filme foi o fato deste demonstrar como a história não é algo previsível ou uma série de acontecimentos inexorável e maçante, como fica parecendo em algumas aulas de história. Também é uma boa descrição do funcionamento de uma estrutura burocrática e como é importante entender seu funcionamento, afinal a operação toda não deixa de ser uma ampla manobra usando o próprio aparato do estado alemão. O desenrolar da operação dentro do aparato militar alemão deveria ser usada em aulas de administração pública.

Em termos de projeto, mostra a importância tanto do planejamento como da aplicação cuidadosa, afinal toda a operação é posta a perder por detalhes. E o filme tem o mérito de conseguir manter o ritmo da narrativa interessante, com uma coveniente impressão de imprevisibilidade. O que não é algo trivial, ainda mais quando já se sabe o final de antemão e que ele não foi nada bonito.

E também é, claro, um tributo a homens e mulheres que tiveram coragem de arriscar tudo: honra, cargo, pátria, família etc. O que me lembra uma frase do brigadeiro Eduardo Gomes que está gravada no forte de Copacabana que diz que à pátria tudo se dá e nada se espera, nem mesmo compreensão. Mesmo perdendo fica patente a coragem e esforço dos conspiradores e serve para mostrar que a história humana pode ser muito mais ampla, variada e rica que a simples descrição do ponto de vista de quem “ganhou”.

Posso estar me repetindo, mas é uma propaganda mas não poderia me furtar em fazer. O professor João Mattar do excelente blog DeMattar, o qual já está há tempos no meu blogroll vem publicando já há algum tempo uma série de resenhas sobre os livros top de linha em aprendizagem baseada em jogos e assuntos correlatos. Leitura obrigatória para interessados tanto em educação quanto em jogos. Os número são apenas distrubuir a lista em ordem decrescente de publicação. Coloquei os que achei mais relevantes a jogos e educação e em negrito os que achei mais interessantes.

  1. Developing Serious Games
  2. Engaging E-learning
  3. Serious Games
  4. Game Over: Jogos Eletrônicos e Violência
  5. Don-t Bother Me, Mom, I’m-Learning!
  6. The kids are alright: how the gamer generation is changing the workplace
  7. Jogos Eletrônicos: diversão, poder e subjetivação
  8. Good Video Games + Good Learning:
  9. Game on: jogos eletrônicos na escola e na vida da geração
  10. Persuasive Games: the expressive power of videogames
  11. Playing to Learn: video games in the classroom
  12. Why Video Games are Good for Your Soul
  13. How Computer Games Help Children Learn
  14. Serious Educational Games: from theory to practice

Próxima Página »